As ruas da cidade de Beja estão cravadas de história e nada como uma visita a todas estas tocas ao fim de semana para apreendermos um pouco mais da história da nossa cidade de Beja.
Como foi oportunamente aconselhado na Praça, parti um pouco à descoberta da nossa terra.

Fotografia: Eye
Eye
As cores são algo que nos complementam os sabores da vida e nada como um olhar para o céu no fim de uma tarde. É de ficar de boca aberta com as cores que nós podemos observar no nosso Alentejo…

Fotografia: Eye
Eye
Inicialmente edificado no terreiro dos Paços do Concelho, o pelourinho teria sido mandado construir por D. Manuel, após a concessão do foral da Leitura Nova em Abril de 1521 (já não tanto enquanto distintivo de jurisdição, mas assumindo o carácter simbólico e artístico adquirido durante o reinado de D. Manuel e associado à renovação dos forais promovida pelo Venturoso). À semelhança das obras régias deste período, também no Pelourinho de Beja figuram os emblemas deste monarca, como remate do monumento – esfera armilar e a cruz de Cristo em ferro.
No início do século XIX, o pelourinho de Beja foi transferido para a Praça de D. Manuel (actual Praça da República), acabando por ser desmontado no mesmo século, em data desconhecida. Um percurso atribulado que culminou, nesta época, com o desaparecimento dos seus elementos arquitectónicos, à excepção do capitel, do remate e de parte do fuste.
Já no século XX, em 1938, o Pelourinho foi reconstruído segundo o modelo original, respeitando a estrutura e os elementos decorativos manuelinos. Para tal foram efectuados estudos sobre documentos iconográficos, que permitiram a reconstrução do monumento, ainda que introduzido algumas alterações, nomeadamente ao nível da base (poligonal com moldura), do fuste (helicoidal), e da decoração do remate e do capitel. No final de Setembro de 2001, o pelourinho foi parcialmente destruído em consequência de um acidente.
Este é um exemplo de arquitectura revivalista, muito comum no decorrer da primeira metade do século XX: a reedificação dos pelourinhos que, enquanto símbolos de autonomia dos concelhos no passado, reforçaram a imagem do poder concelhio nos inícios do século XX.

Eye
Para quem desconhece a arte da fotografia, e que tenha vontade de a conhecer, aqui está uma exposição que merece ser vista. Ontem por volta das 18.00 na Pousada São Francisco em Beja, foi oficialmente uma exposição intitulada 7 X 7, por se tratarem de 7 autores com cada um 7 fotografias. Como não podia deixar de ser a exposição trata do meu Alentejo. Os autores são Carlos Cascalheira, Diniz Cortes, Helena Milheiro, João Espinho, José Galhoz, Rita Moisão e Zé Espinho.
Merece ser vista…

Eye

Fotografia: zespinho
Quando as nuvens chegam ao Alentejo, tudo parece mais triste, mas no final tudo fica bem, porque o Alentejo sempre será o nosso Alentejo.
Eye
Em tempo de férias no nosso país nada como esquecer o Algarve, que é o local mais procurado. Seria bom visitar o nosso Alentejo. Mas se não se quiser esquecer o tão visitado Algarve, após uns dias pelas praias algarvias será de bom agrado que os alentejanos como eu iremos receber os turistas do estrangeiro e os de cá, para visitaram as nossas planícies e quem sabe maravilhar-se com algumas das nossas mais bonitas referencias. O pôr-do-sol…

Eye
Assim mais uma vez eu recorro às minhas origens para me esquecer das tristezas e pensar com mais clareza. Quando vejo o meu Alentejo só penso nos bons momentos cá passados com as pessoas de quem eu gosto.
Assim cá me vou aguentando nesta vida complicada de atravessar…

Fotografia: Aguinaldo Vera-Cruz
Eye
Ai a paz do meu Alentejo.
Ainda não saí de cá e já estou com saudades!!!!

Eye
...aparece o horizonte

Fotografia: Ricardo Janeiro
Eye
Como não tenho tido muita influência nas noites alentejanas, bem como a falta de paciência tem sido muita. Resolvi dar-vos a conhecer mais umas fotografias de um grande nosso compadre. Sim ele já se considera um nosso compadre e é mesmo!!!!
Aqui estão então:

Fotografias: Nicola di Nunzio
Eye

Fotografia:???

Fotografia:???
Não deixa de ser bonito!!!!!!
Eye
Depois de tanto escolher e de tanto pensar resolvi publicar uma fotografia minha e outra fotografia de um fotógrafo conhecido internacionalmente. De certeza que se vos desse a escolher qual a melhor, sem duvida que é a do Di Nunzio. Mas aqui vão...

Foto: Nicola di Nunzio

Foto: Eye
Eye
Ouvi dizer que o Alentejo só serve para fazer Bajas e Todo-o-Terreno.
Eu cá acho que isso não é verdade, mas ao insistir nessa premissa, eu só posso dizer, ao menos serve para qualquer coisa e nunca será esquecido.
Ora então aqui vão mais uns locais do nosso querido e amado ALENTEJO!!!!!

Marvão

Évora

Almendre
Eye
Em tempo de Ovibeja em BEJA e onde todos estão com os olhos (e mais alguma coisa) no o Baixo Alentejo não podemos esquecer de outras belas terras que existem por todo o resto do Alentejo. Aqui estão algumas delas. Uma até património mundial…


Porem o Litoral Alentejano não é nada de mau, assim…

Eye
A viola campaniça vai ser o tema central de um colóquio e uma exposição.
Esta vai ser organizada pela cooperativa cultural Cortiçol, no próximo dia 20 de Março, em Castro Verde, no Fórum Municipal – às 15 horas.
Esta iniciativa resulta do trabalho de investigação que aquela entidade está a desenvolver, "no âmbito da preservação das nossas raízes culturais locais2. Como foi mencionado no comunicado proveniente da própria Cooperativa: "Insistimos em fazer ouvir novamente tão particular fenómeno do vasto leque etno-musical da região".
Algumas presenças já foram confirmadas como a do advogado Colaço Guerreiro, antigo presidente da mesma e apresentador do popular programa "Património", na Rádio Castrense, que irá fazer uma intervenção subordinada ao tema "A viola campaniça, um pilar cultural da nossa memória colectiva". Mais uma presença certa deve ser José Alberto Sardinha, investigador e musicólogo, que falará sobre a "História e Evolução da viola campaniça".
"A aprendizagem da viola no contexto social e escolar" será o tema a abordar pelo presidente da Cortiçol, José Abreu, enquanto o artesão e tocador Pedro Mestre terá uma intervenção a propósito dos "materiais e técnicas de construção" daquele instrumento.
Depois deste colóquio, terá lugar a abertura de uma exposição, sobre violas campaniças e trajes regionais. As peças expostas são fruto do trabalho dos formandos das escolas-oficina que, nos últimos meses, foram promovidas em Castro Verde pela Cortiçol.
Enfim será um colóquio com uma grande importância, visto que tem como fundamental objectivo não esquecer os tradicionalismos portugueses e especialmente os tradicionalismos alentejanos, que andam pela rua da amargura. Enfim, de certeza que com estas iniciativas todo o nosso Alentejo estará na “boca” do nosso país.

Eye
Quem disse que no Alentejo as coisas são extremamente movimentadas, deveria estar louco da cabeça. A paz de alma que rege o nosso Alentejo é a paz que deveria reger todo o nosso país e todo o mundo.
Vejam lá se não dá vontade de parar tudo e contemplar as vastas paisagens dos nosso campos…


Eye



Aqui está um pequeno apreritivo....
Algumas imagens para depois complementar com a história e mais imagens sobre uma mina, que deu em tempos muitos locais de trabalho a muitas pessoas necessitadas. Agora essa pessoas sofrem de um mal, ou até mesmo já não sofrem, pois já cá não estão...
Eye

Os nossos campos são realmente bonitos, quando estes se encontram "cravados" de girassois. Quer quase secos, quer muito sorridentes, são plantas que marcam verdadeiramente o alentejo.
São verdadeiramente a nossa marca...
Eye

Hó castelo, castelinho
tão bonito que tu és,
tão altivo, tão poetico,
tens o alentejo a teus pés...
Por Portugal tu travas-te,
quase sem folego, lutas sem fim,
Em teu redor então olhas,
O que é meu, é nosso, enfim... (Eye)
Eye